A licença de maternidade deve ser de 6 meses, segundo pediatras

Mãe e filho têm que passar por um período de recuperação após o parto. Para isso, o licença de maternidade e paternidade, um período de licença em que ambos os pais se concentram em cuidar da criança. Esse tempo dura o suficiente? Muito se falou e se esses dias de ausência devem ou não ser estendidos.

Do lado daqueles que acreditam que o licença de maternidade Existe a Associação Espanhola de Pediatria e Atenção Primária, AEPap. Em um de seus últimos comunicados, ele aponta que essa queda devido ao nascimento de uma criança deve ser estendida por até 6 meses para garantir o cuidado adequado aos pequenos.


Objetivo da permissão

Qual é o objetivo da licença maternidade? AEPap lembra que a missão deste período é favorecer tanto a recuperação física da mãe quanto a garantia do cuidado ao recém-nascido, favorecendo um estilo parental baseado no apego e ligação de carinho.

Dos cuidados que devem ser garantidos no recém-nascido, a dieta se destaca. Um tema em que a amamentação cumpre uma missão importante. Entidades como a Organização Mundial da Saúde, QUEM, recomendo dar o fato aos pequenos exclusivamente até os 6 meses de idade. Uma dica que de acordo com o AEPap não pode ser garantida com a mínima atual de 16 semanas.


AEPap explica que "as condições de trabalho e sociais das mães que trabalham que impedem a extração, conservação e transporte do leite materno, tornam impossível em nosso país para cumprir esta recomendação". Por essa razão, os pediatras que compõem este corpo consideram objetivo prioritário estender a licença de maternidade até 6 meses.

Ao mesmo tempo, a AEPap também lembra a importância da corresponsabilidade no cuidado das crianças. O aumento de 6 meses na licença maternidade visa garantir que o bebê receba a mama durante o tempo recomendado pela OMS. Por seu turno, a missão do pai deve ser a do resto cuidado do pequeno ao lado da mulher.

Licença de paternidade

Enquanto petições como AEPap são valorizadas, a permissão que mudou em 5 de julho passado 2018 Foi a paternidade. Desta forma, surgem novos desenvolvimentos, como a extensão em uma semana do tempo que os pais podem passar junto com seus filhos enquanto desfrutam dessa ausência para o cuidado dos recém-nascidos.


Um total de 21 semanas distribuídos entre os cinco pais e os 16 que podem desfrutar atualmente. Como anteriormente, essas autorizações podem ser desfrutadas em regime de tempo integral ou com um mínimo de 50%, sempre após acordo entre o empregador e o trabalhador.

Damián Montero

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